Em 2013 foi criado o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento Seu objetivos são: Incrementar o intercâmbio acadêmico entre instituições de pesquisa e ensino superior (IES) no Brasil e no exterior, de modo a proporcionar a realização de atividades conjuntas de pesquisa, de desenvolvimento tecnológico e de inovação com parceiros estrangeiros, especialmente na área de tecnologia assistiva (TA), bem como atender, preferencialmente, a candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas e pessoas com necessidades especiais, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação, conforme dispõe a Portaria do MEC Nº 1.129, de 17 de novembro de 2013. Recebemos informações na Mamapress, que brancos responsáveis pelo programa, solicitaram e conseguiram junto ao MEC, a inclusão de brancos neste Programa destinado a negros e índios. O que era uma política oficiosa de só mandarem brancos para estudarem no estrangeiro, virou política oficial excludente de negros e índios por parte do governo Brasileiro no Projeto Sem Fronteiras.. As Universidades Históricamente Negras dos EUA (HBCUS), já haviam relatado, que dos mais de quinhentos estudantes recebido por elas, apenas 04 eram fenotipicamente negros!! Reproduzimos abaixo a carta conclamação do pesquisador Paulino Cardoso, da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. (ABPN) Salve, vou notificar por aqui o absurdo. Durante vários anos denunciamos a parcialidade do Programa Ciência Sem Fronteiras que, por critérios baseados na meritocracia injusta, típica da CAPEs e do CNPq, praticamente concentrava todo o programa em estudantes das classes médias brancas. Para vocês terem ideia, em conversa com colegas das Universidades Históricamente Negras dos EUA (HBCUS), dos mais de quinhentos estudantes recebido por elas, apenas 04 eram fenotipicamente negros!! Por essa razão e depois de muita discussão e com o apoio do então ministro Aloisio Mercadante, secretára da SECADI, Macaé Evaristo e o diretor depolíticas de diversidade Thiago Thobias, é que foi criado o Programa Abdias do Nascimento, uma luta da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e outras organizações antirracistas e do povo preto e indiígenas. Infelizmente, coordenadores brancos de projetos aprovados pelo Programa Abdias, consultaram o MEC, sobre a possibilidade de enviarem brancos no lugar de negros, indígenas e , o maior absurdo, é que o MEC disse sim !!!!! Escrevam ao Ministro da Educação ( gabinetedoministro@mec.gov.br) e denunciem esse desvio de finalidade do programa. Os brancos tem tudo e não se cansam de fraudar nossas iniciativas!! A luta companheiros!!!!

povo-forte

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(Lisboa) Crónica da sessão contra a repressão no Estado Espanhol realizada na ‘Disgraça’ este domingo

A “Disgraça” acolheu no domingo passado um evento organizado pela secção portuguesa da AIT sobre a repressão actual no estado espanhol. O evento consistia na retransmissão do espectácul…

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(Lisboa) Crónica da sessão contra a repressão no Estado Espanhol realizada na ‘Disgraça’ este domingo

A “Disgraça” acolheu no domingo passado um evento organizado pela secção portuguesa da AIT sobre a repressão actual no estado espanhol. O evento consistia na retransmissão do espectáculo de marionetas da companhia «Títeres desde Abajo», que representaram de novo a sua obra «La bruja y don Cristóbal en Madrid», e uma mesa redonda sobre a repressão anti-terrorista. Vários colectivos explicaram a realidade da repressão no estado espanhol. Entre eles, destaca-se o caso do Nahuel, que continua na prisão há mais de um ano. Ao contrário dxs outrxs acusadxs, o Nahuel é vítima do racismo institucional que pretende que existe um risco de fuga devido às suas origens.

Como é costume, houve problemas técnicos que dificultaram a retransmissão do encontro que tinha lugar em Madrid. Mesmo assim, é assinalável que em mais de 70 cidades se tenham realizado encontros de solidariedade para com xs represaliadxs.

De forma muito geral, observa-se que o governo está a criar novas leis e práticas repressivas que tornam muito ténues os direitos formais das populações. A violência do Estado é utilizada como uma ferramenta para impor à sociedade a ordem que convém às elites. Para tornar natural a ausência de conflito social em tempos de crise, o Estado insiste num discurso criminalizador que legitima novas leis repressivas, que estão a destruir a liberdade de expressão dos indivíduos, das comunidades e, em geral, da própria sociedade no seu conjunto. Com as últimas intervenções anti-terroristas, o Estado pretende criar um inimigo interno que dissuada a população de mobilizar-se pelos seus direitos. Ao mesmo tempo, as populações sofrem as consequências da austeridade e carregam com o peso da dívida e da falta de legitimidade dos credores. Em Espanha existe um poderoso dispositivo repressivo que se funda numa legislação anti-terrorista especialmente abrangente.

Depois de vermos uma gravação anterior da peça que estava disponível na Internet, a conexão com Madrid continuava sem funcionar. Enquanto xs organisadorxs esperavam por novas notícias de Madrid, a malta juntou-se para dialogar sobre diversos casos e experiências tanto em Portugal como fora de Portugal. Falou-se da situação em Barcelona, onde a polícia catalã tem efectuado várias operações para reprimir o movimento anarquista. Nalguns casos, como em Pandora e Piñata, as provas sempre brilharam pela sua ausência. Pelo contrário, no caso dos assaltos a bancos na Alemanha as acusações baseavam-se sobre material genético em bases de dados europeias.

Constatou-se que a situação repressiva em Portugal não é tão drástica como na Catalunha, mas que esta diferença também pode ser devida à vitalidade dos movimentos socais barceloneses – em contraponto com a falta de dinamismo dos movimentos sociais, hoje, em Portugal.

De Portugal ainda resta a memória da confrontação que teve lugar em 2012, à porta da Assembleia da República. Comentou-se que xs manifestantes não estavam muito organisadxs e que era notável que muitas pessoas apoiaram quem atirava pedras. Como sempre, fica a incógnita de saber até que ponto é que a policia infringiu a lei para provocar esses actos, mediante agentes às paisana, infiltração nos grupos, etc. Mas o que é certo é que ficou na memória colectiva a pancada que a bófia repartiu à toa, perseguindo pessoas que tentavam fugir sem se poderem defender.

Também se destacou a importância de adoptar uma postura crítica frente às divisões que o poder tenta criar face à violência que é dirigida à própria estrutura da sociedade, que é – ela também – muito violenta. A criminalização dos movimentos sociais procura marcar um limite entre aquilo que é “aceitável” e aquilo que não o é, de forma a definir a forma dos protestos futuros – cada vez mais suaves e com menos confrontação.

Também se falou do caso da Es.col.a okupada no Porto, e da importância das práticas que estão de ensino e educação alternativas que estão a ser criminalizadas. Esse espaço tornou-se num sítio de encontro, num espaço de exercício de uma educação anarquista, entendida aqui como prática de auto-formação de singularidades livres a partir de práticas autogestionárias de troca de saberes e de produção de conhecimentos. Uma das características fundamentais do espaço foi que se formaram relações éticas e estéticas baseadas na amizade como valor fundamental. Portanto, a Es.col.a não foi só um recurso material, com a sua biblioteca, actividades e comissões. Foi, sobretudo, um sítio de que as pessoas se apropriaram, dando uso a um espaço abandonado e defendendo-o quando chegou o momento da expulsão. Mas como era de esperar, os políticos sabotaram todo o processo e os meios de comunicação limitaram-se a repetir as versões institucionais.

Finalmente, xs organizadorxs do evento conseguiram ligar o streaming e puderam-se ouvir as conclusões dos colectivos. Todos os colectivos convidados salientaram que o anti-terrorismo tem-se utilizado para reprimir as lutas mais exemplares e que, por isso mesmo, mostram de forma prática e quotidiana que outro mundo é possível. Em Portugal, essas ferramentas anti-terroristas ainda só se traduziram em operações contra utilizadorxs das redes sociais. Mas a repressão anti-terrorista nunca afecta só a liberdade de expressão: o anti-terrorismo procura influir sobre a liberdade de consciência. Pretende que os sujeitos tenham medo das suas próprias ideias e se auto-censurem. E, à medida que se silencia a cultura popular e a sua capacidade subversiva, vai sendo mais fácil aprovar novas leis que legalizam e sistematizam as práticas repressivas excepcionais. Quando a excepção se torna a norma, o direito é utilizado à medida das necessidades da policia.

Os colectivos da mesa redonda instaram a audiência a dar a conhecer estes casos, a incentivar a reflexão acerca destas questões, e a continuar a luta. O caso dos marionetistas revela que estas acusações de terrorismo são essencialmente uma matéria política, de direito à liberdade de expressão e de criação, e nada têm a ver com o “terrorismo”. Em consequência, o esclarecimento da opinião pública tem uma grande importância, uma vez que muitas vezes é a própria população, quando devidamente esclarecida, a não acreditar naquilo que o poder diz. No entanto, também é importante lembrar que estas medidas são tomadas muitas vezes – senão sempre – à margem da lei. Portanto, também é um elemento estratégico importante a relação com os direitos formais que xs poderosxs dizem que temos. E que é necessário divulgar e combater cada vez que nos são negados.

Nem inocentes nem culpados!

António (cronista habitual do Portal Anarquista)

Portal Anarquista

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A “Disgraça” acolheu no domingo passado um evento organizado pela secção portuguesa da AIT sobre a repressão actual no estado espanhol. O evento consistia na retransmissão do espectáculo de marionetas da companhia «Títeres desde Abajo», que representaram de novo a sua obra «La bruja y don Cristóbal en Madrid», e uma mesa redonda sobre a repressão anti-terrorista. Vários colectivos explicaram a realidade da repressão no estado espanhol. Entre eles, destaca-se o caso do Nahuel, que continua na prisão há mais de um ano. Ao contrário dxs outrxs acusadxs, o Nahuel é vítima do racismo institucional que pretende que existe um risco de fuga devido às suas origens.

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Norteamerica: Indígenas en pie de guerra contra Trump

La tribu Sioux de Standing Rock y sus defensores han hecho la promesa de resistir la orden ejecutiva de Donald Trump que autoriza la construcción de un oleoducto en Dakota y piensan impulsar medidas legales, llamar a la desobediencia civil e instalar un campamento de resistencia para proteger el agua del río. “El presidente Trump tiene la obligación legal de respetar los derechos que nos reconocen los tratados y garantizar que todo el proceso para la construcción del o leoducto sea justo y razonable”, explica el jefe de la tribu Sioux de Standing Rock, Dave Archambault. Otros han prometido que expresarán su solidaridad con protestas a lo largo y ancho del país. “Necesitamos un movimiento masivo de desobediencia civil y que los ciudadanos expresen su solidaridad con Standing Rock”, explica Kandi Mossett, miembro de las tribus Mandan, Hidatsa y Arikara. “La administración Trump está provocando una revolución que nos hará más fuertes que nunca”. Y en la frontera con México, la tribu Tohono O’odham, que controla 2.8 millones de acres de tierra en Arizona, declaró para el The Guardian que ellos rechazan el muro que pretende construir Trump. La nación Tohono O’odham tiene actualmente 28 mil nativos.

Ver video:

Nativos Tohono O’Odham en Arizona le advierten a Trump que no dejarán que se construya un muro en su reservación (2 min.).

Más información:

“Sobre mi cadáver”: líder Tohono O´odham sobre muro de Trump y Los Sioux (también) se ponen en pie de guerra contra Donald Trump.

Contexto: El Espacio en Defensa del Maíz se solidariza con la Tribu Sioux de Standing Rock / Oaxacan communities stand in solidarity with the Sioux Tribe of Standing Rock in fight against Dakota pipeline y Defensa del territorio logra suspensión de oleoducto en Dakota del Norte

Red Latina sin fronteras

https://www.indybay.org/uploads/2017/01/30/pevar_standing_rock_snow.jpg

Los indígenas en pie de guerra contra Trump: Ni oleoductos, ni muro (video)

La tribu Sioux de Standing Rock y sus defensores han hecho la promesa de resistir laorden ejecutiva de Donald Trumpque autoriza la construcción de un oleoducto en Dakota y piensan impulsar medidas legales, llamar a la desobediencia civil e instalar un campamento de resistencia para proteger el agua del río. “El presidente Trump tiene la obligación legal de respetar los derechos que nos reconocen los tratados y garantizar que todo el proceso para la construcción del o leoducto sea justo y razonable”, explica el jefe de la tribu Sioux de Standing Rock, Dave Archambault. Otros han prometido que expresarán su solidaridad con protestas a lo largo y ancho del país. “Necesitamos un movimiento masivo de desobediencia civil y que los ciudadanos expresen su solidaridad con Standing Rock”, explica Kandi Mossett, miembro de las tribus Mandan…

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USA: Communique from the #DisruptJ20 affinity group 17s

Less than a week into the Trump administration we have begun to see the startlingly swift emergence of a prototypical fascist regime. One such indicator has been the quick and brutal repression of the free expression of political activists: at least two hundred J20 demonstrators in DC are facing felony riot charges with up to ten years in prison and $25,000 fines in an abrupt break with precedent.

In a few days, more executive orders have been signed or planned than in the last decade. Hate crime statistics have risen drastically. Many of us have friends and family who have been targeted by right-wing hate groups and disconnected individuals. Anti-fascists are being shot by white supremacists without recourse.

Trump is an international diplomacy time-bomb waiting to happen with executive authority on the use of nuclear weapons. This is a global issue. Trump has specifically targeted Black Lives Matter, Muslims and Latinx people, culminating in an immigration ban against seven countries that will kill people. Trump is acting faster and more decisively than anyone was willing to predict. Militarized police forces have been targeting organizers and activists all over the country, at Standing Rock, acting against people of color and the poor, neuro-diverse and homeless.

In our city, the presence of a well-organized black bloc at J20 seems to have incited an absurd police response which included the use of pepper spray, tear gas, flash-bangs and rubber bullets. By the end of the night, our small affinity group had swelled in numbers with people I had never seen shouting the name we had decided beforehand to use to find each other– for that day, we were the 17s.

The urgency of our political situation manifested directly in the entire bloc’s naturally-emerging cohesion. The 17s’ well-prepared riot shields and medics gave confidence to countless new anarchists that day as members of the march called on us to rush to the front to defend everyone from police violence. Our use of shields was noted on national news. We later read people we had never met who wrote about the power of our group’s presence and we knew we had been successful in our goal.

We wanted anarchists to be known as the ones who will be protecting their communities in the face of fascist violence and this is why we decided to march; however, we believe in sustained and targeted acts of direct resistance. In the days following, a city-wide call for autonomous action was circulated in response to the police repression. This marked a vitally important transition in tactics in the movement, with people of all levels of experience engaging in acts of resistance independently, in small groups in a decentralized manner.

Two groups of fifty or so protesters were in one case stopped before marching with plans to occupy a downtown bridge; in the other case members of the second group were arrested in a downtown park with unnecessary force by riot cops with batons who chased down and tackled to the ground people that were running away. Highly visible organizers were targeted in specific, to equal parts rowdy cheers and angry boos from bystanders. Further, there were two separate reports from police of freeway-blocking attempts by one or few demonstrators.

These acts speak to our desperation and resolve; they speak to the fact that it is anarchists who see the tanker ship of fascism bearing down on us over the horizon. It is anarchists who see this because it is a form that we know as the oppressed know the shape of the whip that subdues us. There will not be one singular event that signals the rise of fascism. But there will be monolithic indicators that mark the extent of its growth in the same way that the volatility of a structure fire can be predicted based on the lay of the flames. And we do not want to be caught sleeping drunkenly in the penthouse of a building whose foundation is aflame, subdued like so many moderates in denial.

If it is what happens the “day after the revolution” that matters, then J20 marks a distinct shift in attitude in the movement. The many widespread and autonomous actions that are taking place show a marked willingness to elevate the methods of resistance and the risks we are willing to take. Groups formerly tied up with the government and the status quo such as Alt National Parks, EPA, NASA and so many others are coming to the surface and normalizing resistance in a way we have never seen before. When this kind of behavior happens en masse, it empowers us all and lowers collective risk, opening a path to sustained and widespread radical change through direct action.

These decentralized acts also speak to the desperation of some of our most vulnerable comrades, who know that the next four or more years will threaten their lives, health and safety. We stand with them and we take risks to empower them. There is a feeling in the air that we are all picking up on with the sharp awareness of a hunted animal. If we use our fear, constrain it in a way that supplements drive and sharpens our senses, we can find each other and hide like guerrillas waiting in ambush.

We can outsmart them. We can learn from the way they use technology, we can co-opt science, and we can use it against them to create a world of boundless possibility out of what looks now like a grave. We may not be able to defeat them with sheer might, but we can defeat them with our cleverness.

This is a call to action that goes out to all anarchists on the planet Earth. For a long time we have been marveling at how close we are to imminent destruction and yet still live: we are teetering so close between the risks of nuclear proliferation and the environmental crisis alone. Let us not stand in the graves we dug while the dirt is piled in on top of us. Now may be the last chance at resistance. As Hitler himself said in a 1933 speech, “Only one danger could have jeopardised this development– if our adversaries had understood its principle, established a clear understanding of our ideas, and… from the first day annihilated with the utmost brutality the nucleus of our new movement.”

Let us heed these words and do what we have always known we could when the stakes were not yet high enough: let us take up individual action and swear secrecy to ourselves for every action which does not require a group. Let us form affinity groups of the closest friends and co-conspirators for group action because we know they would spend life in prison before snitching on us; let us target the sensitive nodes of society of which anarchists are so inescapably aware, so that the flow of the system is radically redirected toward the society we want to create.

We are calling up our old friends in our old hometowns and sending them this communique with PGP encryption. We are mailing this communique via snail-mail to the press and the publishers from random mail drops. We are telling our friends about it in person while our phones are signal-blocked. We are translating this communique into every language. The future of complex life on the planet is at stake. If we do not resist now, we will pass a point of no return. We are so close to that point already. The time is now. The stakes will never be higher.

In defense of love and liberty,
from your anarchist comrades,

Insurrection News

burnReceived on 30.01.17:

Less than a week into the Trump administration we have begun to see the startlingly swift emergence of a prototypical fascist regime. One such indicator has been the quick and brutal repression of the free expression of political activists: at least two hundred J20 demonstrators in DC are facing felony riot charges with up to ten years in prison and $25,000 fines in an abrupt break with precedent.

In a few days, more executive orders have been signed or planned than in the last decade. Hate crime statistics have risen drastically. Many of us have friends and family who have been targeted by right-wing hate groups and disconnected individuals. Anti-fascists are being shot by white supremacists without recourse.

Trump is an international diplomacy time-bomb waiting to happen with executive authority on the use of nuclear weapons. This is a global issue. Trump has specifically targeted Black Lives…

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Athens, Greece: Riot cops attacked with Molotov cocktails in solidarity with arrested #DisruptJ20 protesters in the US

Received on 30.01.17:

Athens: Incendiary solidarity with the comrades in the U.S.

On Thursday January 26th 2017 at 10pm we attacked with molotov cocktails
against the MAT anti-riot forces that guard the offices of PASOK in
Harilaou Trikoupi St., in Exarcheia.

This action is in solidarity with the hundreds of comrades arrested in
Washington D.C. and across the U.S. during the combative manifestations
against the inauguration of Donald Trump on January 20th.

Strength to the IWW member who got shot the same day by a fascist in Seattle.

We stand with all those who fight relentlessly against Power. Wherever we
are, using whatever means necessary, let’s attack the system of
domination.

Fire to the borders, cops and prisons!

Suga Kanno Anarchist Cell

Insurrection News

th-2Received on 30.01.17:

Athens: Incendiary solidarity with the comrades in the U.S.

On Thursday January 26th 2017 at 10pm we attacked with molotov cocktails
against the MAT anti-riot forces that guard the offices of PASOK in
Harilaou Trikoupi St., in Exarcheia.

This action is in solidarity with the hundreds of comrades arrested in
Washington D.C. and across the U.S. during the combative manifestations
against the inauguration of Donald Trump on January 20th.

Strength to the IWW member who got shot the same day by a fascist in Seattle.

We stand with all those who fight relentlessly against Power. Wherever we
are, using whatever means necessary, let’s attack the system of
domination.

Fire to the borders, cops and prisons!

Suga Kanno Anarchist Cell

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Athens, Greece: Riot cops attacked with Molotov cocktails in solidarity with arrested #DisruptJ20 protesters in the US

Received on 30.01.17:Athens: Incendiary solidarity with the comrades in the U.S.On Thursday January 26th 2017 at 10pm we attacked with molotov cocktailsagainst the MAT anti-riot forces that guard the offices of PASOK inHarilaou Trikoupi St., in Exarcheia.This action is in solidarity with the hundreds of comrades arrested inWashington D.C. and across the U.S. during the combative manifestationsagainst the inauguration of Donald Trump on January 20th.Strength to the IWW member who got shot the same day by a fascist in Seattle.We stand with all those who fight relentlessly against Power. Wherever weare, using whatever means necessary, let’s attack the system ofdomination.Fire to the borders, cops and prisons!Suga Kanno Anarchist Cell

Source: Athens, Greece: Riot cops attacked with Molotov cocktails in solidarity with arrested #DisruptJ20 protesters in the US

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So-called Australia: Banner drop in southeast Victoria for #7DaysOfResistance

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Originally posted on Insurrection News:
Received anonymously on 25.01.16: Banner drop on an overpass above the Princes Freeway, heading east in southeast Victoria as part of the #7DaysOfResistance in the lead-up to Invasion Day 2017. The banners read: ‘No Pride…

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